Segundo lugar na Recitata
Ganhei o segundo lugar na Recitata. Pra mim, uma enorme vitória, principalmente considerando que com o poema que li, fiquei em penúltimo no ano passado.
Uma notícia, no entanto, me tirou boa parte da felicidade que poderia ter. Minha avó, que estava doente há algum tempo, faleceu hoje. Saí da Recitata direto para seu velório. Tenho, agora, o que chamo de síndrome de Meursault. Mas falo de tudo depois.
Passei na Recitata
Fiquei em terceiro lugar na primeira eliminatória da Recitata deste ano. A final é dia 29 na Torre Malakoff. Já preparar o que vou ler lá.
Meus ovos de dinossauro
Entre todos os começos de livros, o que mais me encanta é o de Cem anos de solidão. Vejam só:
“Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía havia de recordar aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer o gelo”.
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Bloguinaço
Dia 19 também aguardem uma postagem especial, parte de uma campanha em defesa das bibliotecas comunitárias do Recife.
Eu só não, vários escritores e blogueiros vão postar coisas especiais neste dia. Aguardem.
Mudança
Esse site ficou muito grande para mim.
Parece contraditório, mas acabei achando que a profusão de conteúdo que aqui há favorece que se transforme numa revista eletrônica mesmo, com a colaboração da galera que está ajudando sempre. Por isso mesmo, melhor não dar destaque a meu nome. É por isso que este site estará em processo de mudança nesses dias. Todo o conteúdo dele vai ser transferido para o endereço www.escritoresetal.com.br.
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O oprimido opressor
O Schneider Carpeggiani passou indignado pelo Twitter o endereço de uma comunidade do Orkut de propagação de ódio contra os nordestinos.
Fiz questão de entrar e postar o seguinte comentário no fórum:
Acho realmente interessante esta comunidade, em que pessoas se dedicam a propagar o ódio por uma massa amorfa que denominam ‘nordestinos’. Considero o fato de rotular um ser humano por conta da localização geográfica de seu nascimento uma descoberta magnífica da civilização.Não há por que perder tempo argumentando quão imbecil é o próprio conceito de eugenia (se é que alguém na comunidade sabe do que se trata) ou falar da complexidade sociológica implicada na rejeição do imigrante em terra estranha, não só no Brasil, mas em todo o mundo. Seria uma perda de tempo, eu sei.
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