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Presente del indicativo y subjuntivo

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Espanhol no ENEM

A par­tir de 2010 o ENEM cobrará Lín­gua Estran­geira (Inglês e Espa­nhol). A grande per­gunta é: como será cobrado o conhe­ci­mento des­sas línguas?

Não se sabe ainda se serão cobra­das as duas lín­guas ou se será ofe­re­cida a esco­lha. A ata da audi­ên­cia pública rea­li­zada pelo INEP em maio de 2009 dá a enten­der que serão duas obri­ga­tó­rias (veja a res­posta à ques­tão 3 aqui). De uma forma ou de outra, temos pou­cos sinais do que será cobrado em cada uma delas.

Sabe­mos, por exem­plo, quais serão as habi­li­da­des cobra­das, pois isso já apa­rece na Matriz de Refe­rên­cia de Lin­gua­gens, Códi­gos e suas Tec­no­lo­gias (link aqui). Mas o INEP ainda não divul­gou quais serão os obje­tos de estudo (con­teú­dos) que com­po­rão a matriz de Lín­gua Estran­geira Moderna (LEM). Como os alu­nos podem se pre­pa­rar, então? Até a saída do con­teúdo, pre­vista pro pri­meiro semes­tre de 2010, é pos­sí­vel ter uma noção de como serão ela­bo­ra­das as matri­zes de LEM se der­mos uma olhada nos docu­men­tos da prova em que se baseia o ENEM: o ENCCEJA.

No ENCCEJA não se cobra LEM no Ensino Médio — motivo aliás que foi usado pelo INEP para não cobrar a maté­ria em 2009. Mas no Ensino Fun­da­men­tal, sim. Pode­mos obser­var quais são as habi­li­da­des cobra­das em LEM. Veja:

F2 — Cons­truir um conhe­ci­mento sobre a
orga­ni­za­ção de um texto em LEM e
aplicá-lo em dife­ren­tes situ­a­ções de
comu­ni­ca­ção, tendo por base os
conhe­ci­men­tos de lín­gua materna.

F2 — Cons­truir um conhe­ci­mento sobre a orga­ni­za­ção de um texto em LEM e aplicá-lo em dife­ren­tes situ­a­ções de comu­ni­ca­ção, tendo por base os conhe­ci­men­tos de lín­gua materna.

H4 — Iden­ti­fi­car recur­sos ver­bais e não-verbais na orga­ni­za­ção de um texto em LEM.

H5 — Indi­car a fun­ção de um texto em LEM pela inter­pre­ta­ção de ele­men­tos da sua organização.

H7– Reco­nhe­cer os valo­res cul­tu­rais repre­sen­ta­dos por outras lín­guas na lín­gua portuguesa.

Claro que esta matriz é do Ensino Fun­da­men­tal, mas nos dá um pano­rama do que pode ser cobrado no Ensino Médio. Se com­pa­ra­mos com as habi­li­da­des na atual matriz do ENEM, vemos que as do ENCCEJA são mais rea­lis­tas pos­sí­veis de serem cobra­das do que as do ENEM, muito vagas e fei­tas como algo de ‘última hora’, pra cum­prir tabela.

Mais adi­ante dis­cu­ti­re­mos como essas habi­li­da­des podem se trans­for­mar em obje­tos de estudo (con­teú­dos) e, final­mente, em questões.


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Por que espanhol no Vestibular?

A con­cor­rên­cia, sem­pre a concorrência!

Não é pre­ciso dizer que a luta para ter acesso às prin­ci­pais uni­ver­si­da­des de Per­nam­buco vem aumen­tando a cada ano. Basta obser­var as esta­tís­ti­cas divul­ga­das pelas ins­ti­tui­ções que ela­bo­ram as pro­vas. Em um cená­rio como estes os can­di­da­tos pre­ci­sam lutar por cada ponto, a cada ques­tão, inde­pen­dente do curso sonhado. Em 2009 foram sim­ples­mente 52.792 can­di­da­tos con­cor­rendo a 9.846 vagas, isso só na UFPE. O que sig­ni­fica isso? Que os 42.946 can­di­da­tos que não pas­sa­ram esta­rão este ano aumen­tando a concorrência.

Pre­pa­ra­ção é tudo!

Não é raro ver alu­nos preparando-se em iso­la­das com maté­rias como Por­tu­guês, Mate­má­tica, Física, Bio­lo­gia etc. No entanto, pou­cos são os can­di­da­tos que têm cons­ci­ên­cia da impor­tân­cia do estudo de lín­gua estran­geira vol­tado para o ves­ti­bu­lar. Mui­tos alu­nos têm sua nota redu­zida ou mesmo levam ponto de corte em lín­gua estran­geira, jus­ta­mente por­que negli­gen­ci­a­ram os estu­dos desta maté­ria, ou por­que acha­ram “que era fácil”. O que acon­tece? Um ano inteiro de tra­ba­lho — e de dinheiro jogado fora!

Ou seja, ao invés de pagar uma maté­ria a mais, fazendo lín­gua estran­geira em um ano, você terá que pagar todas as outras maté­rias no ano seguinte para con­cor­rer mais uma vez. Resu­mindo, você deve fazer lín­gua estran­geira, mesmo que seja por economia!

Tá, mas por que espanhol?

Neste ponto já deve ter ficado claro que você PRECISA estu­dar lín­gua estran­geira para o ves­ti­bu­lar. Mas por que espanhol?

Segundo dados reve­la­dos no último ves­ti­bu­lar da UFPE, 35,1 mil can­di­da­tos (66,49% do total) esco­lhe­ram espa­nhol como lín­gua estran­geira. O fato se deve natu­ral­mente à pro­xi­mi­dade com a lín­gua por­tu­guesa, o que faz com que um aluno com pouco conhe­ci­mento de inglês “fuja” para o espa­nhol. O nível alto das ques­tões de voca­bu­lá­rio das pro­vas de inglês — mui­tas vezes exi­gindo um nível de pro­e­fi­ci­ên­cia acima do espe­rado do ensino médio — tam­bém apa­vora alguns candidatos.

Então espa­nhol é mais fácil. Não pre­cisa nem estudar…

Ai, ai, ai… Parece que não apren­de­mos nada. Aí vol­ta­mos para os que negli­gen­ciam o estudo de lín­gua estran­geira para o ves­ti­bu­lar.  Quan­tos des­tes 42.946 não pas­sa­ram para a segunda fase da UFPE já sem espe­ran­ças por­que tira­ram uma nota baixa? Agora se per­gunte quan­tos acer­ta­ram ape­nas metade das ques­tões de lín­gua estran­geira? E quan­tos sen­ti­ram a falta daque­les déci­mos lá na segunda fase, por conta de 2 ques­tões que erra­ram na prova de lín­gua estran­geira, ainda na pri­meira fase. O argu­mento de que não é “espe­cí­fica” é o que que­bra muita gente, jus­ta­mente por­que você pre­cisa cons­truir sua nota para che­gar com com­pe­ti­ti­vi­dade às suas espe­cí­fi­cas na segunda.

Para quem faz UPE, por outro lado, não nem sequer o sonho de não estu­dar lín­gua estran­geira, já que são 16 para todos que podem ser a dife­rença entre aquela sonhada vaga de Medi­cina e os ban­cos dos cur­si­nhos no ano seguinte. Nada pode ser esque­cido, nada.

Ok, você me con­ven­ceu… E agora?

Em meus cur­sos você poderá adquirir/ exer­ci­tar as com­pe­tên­cias e  habi­li­da­des neces­sá­rias para ser bem suce­dido no ves­ti­bu­lar. Em todas as aulas você terá lei­tura e com­pre­en­são de tex­tos dos mais diver­sos gêne­ros, incluindo o tra­ba­lho com can­ções, o que faz a aula envol­vente e dinâ­mica. Tam­bém poderá revi­sar todo o con­teúdo gra­ma­ti­cal cobrado nos ves­ti­bu­la­res — você notou que no caderno do estu­dante não há uma lista de con­teú­dos de lín­gua estran­geira, que é tudo muito gené­rico? Pois é, alguém pre­cisa dizer “o que cai” para você, não é?

Durante o ano tam­bém temos vários momen­tos cul­tu­rais, como o Cine in Foco, quando faze­mos uma ses­são de vídeo seguida de um bate-papo inter­dis­ci­pli­nar com pro­fes­so­res de His­tó­ria, Geo­gra­fia ou outras maté­rias. Tam­bém já é clás­sica nossa “Noche His­pâ­nica”, reu­nião de encer­ra­mento do curso, quando ser­vi­mos uma deli­ci­osa paella e outras gulo­sei­mas hispânicas.

Então, não perca tempo, venha estu­dar espanhol. Para fazer sua matrí­cula, visite meu curso, no Foco Maté­rias Inte­gra­das. Cli­que aqui para fazer sua matrícula.

Se ainda qui­ser mais infor­ma­ções, visite este link, onde terá uma ideia sobre o que lhe espera na prova de Espa­nhol do ENEM.


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Objetos de estudo de Linguagens, códigos e outras tecnologias no ENEM

Estudo do texto: as sequên­cias dis­cur­si­vas e os gêne­ros tex­tu­ais no sis­tema de comu­ni­ca­ção e infor­ma­ção — modos de orga­ni­za­ção da com­po­si­ção tex­tual; ati­vi­da­des de pro­du­ção escrita e de lei­tura de tex­tos gera­dos nas dife­ren­tes esfe­ras soci­ais — públi­cas e privadas.

Estudo das prá­ti­cas cor­po­rais: a lin­gua­gem cor­po­ral como inte­gra­dora social e for­ma­dora de iden­ti­dade — per­for­mance cor­po­ral e iden­ti­da­des juve­nis; pos­si­bi­li­da­des de vivên­cia crí­tica e eman­ci­pada do lazer; mitos e ver­da­des sobre os cor­pos mas­cu­lino e femi­nino na soci­e­dade atual; exer­cí­cio físico e saúde; o corpo e a expres­são artís­tica e cul­tu­ral; o corpo no mundo dos sím­bo­los e como pro­du­ção da cul­tura; prá­ti­cas cor­po­rais e auto­no­mia; con­di­ci­o­na­men­tos e esfor­ços físi­cos; o esporte;. a dança; as lutas; os jogos; as brincadeiras.

Pro­du­ção e recep­ção de tex­tos artís­ti­cos: inter­pre­ta­ção e repre­sen­ta­ção do mundo para o for­ta­le­ci­mento dos pro­ces­sos de iden­ti­dade e cida­da­nia — Artes Visu­ais: estru­tura mor­fo­ló­gica, sin­tá­tica, o con­texto da obra artís­tica, o con­texto da comu­ni­dade. Tea­tro: estru­tura mor­fo­ló­gica, sin­tá­tica, o con­texto da obra artís­tica, o con­texto da comu­ni­dade, as fon­tes de cri­a­ção. Música: estru­tura mor­fo­ló­gica, sin­tá­tica, o con­texto da obra artís­tica, o con­texto da comu­ni­dade, as fon­tes de cri­a­ção. Dança: estru­tura mor­fo­ló­gica, sin­tá­tica, o con­texto da obra artís­tica, o con­texto da comu­ni­dade, as fon­tes de cri­a­ção. Con­teú­dos estru­tu­ran­tes das lin­gua­gens artís­ti­cas (Artes Visu­ais, Dança, Música, Tea­tro), ela­bo­ra­dos a par­tir de suas estru­tu­ras mor­fo­ló­gi­cas e sin­tá­ti­cas; inclu­são, diver­si­dade e  mul­ti­cul­tu­ra­li­dade: a valo­ri­za­ção da plu­ra­li­dade expres­sada nas pro­du­ções esté­ti­cas e artís­ti­cas das mino­rias soci­ais e dos por­ta­do­res de neces­si­da­des espe­ci­ais educacionais.

Estudo do texto lite­rá­rio: rela­ções entre pro­du­ção lite­rá­ria e pro­cesso social, con­cep­ções artís­ti­cas, pro­ce­di­men­tos de cons­tru­ção e recep­ção de tex­tos — pro­du­ção lite­rá­ria e pro­cesso social; pro­ces­sos de for­ma­ção lite­rá­ria e de for­ma­ção naci­o­nal; pro­du­ção de tex­tos lite­rá­rios, sua recep­ção e a cons­ti­tui­ção do patrimô­nio lite­rá­rio naci­o­nal; rela­ções entre a dia­lé­tica cosmopolitismo/localismo e a pro­du­ção lite­rá­ria naci­o­nal; ele­men­tos de con­ti­nui­dade e rup­tura entre os diver­sos momen­tos da lite­ra­tura bra­si­leira; asso­ci­a­ções entre con­cep­ções artís­ti­cas e pro­ce­di­men­tos de cons­tru­ção do texto lite­rá­rio em seus gêne­ros (épico/narrativo, lírico e dra­má­tico) e for­mas diver­sas.; arti­cu­la­ções entre os recur­sos expres­si­vos e estru­tu­rais do texto lite­rá­rio e o pro­cesso social rela­ci­o­nado ao momento de sua pro­du­ção; repre­sen­ta­ção lite­rá­ria: natu­reza, fun­ção, orga­ni­za­ção e estru­tura do texto lite­rá­rio; rela­ções entre lite­ra­tura, outras artes e outros saberes.

Estudo dos aspec­tos lin­guís­ti­cos em dife­ren­tes tex­tos: recur­sos expres­si­vos da lín­gua, pro­ce­di­men­tos de cons­tru­ção e recep­ção de tex­tos — orga­ni­za­ção da macro­es­tru­tura semân­tica e a arti­cu­la­ção entre idéias e pro­po­si­ções (rela­ções lógico-semânticas).

Estudo do texto argu­men­ta­tivo, seus gêne­ros e recur­sos lin­guís­ti­cos: argu­men­ta­ção: tipo, gêne­ros e usos em lín­gua por­tu­guesa — for­mas de apre­sen­ta­ção de dife­ren­tes pon­tos de vista; orga­ni­za­ção e pro­gres­são tex­tual; papéis soci­ais e comu­ni­ca­ti­vos dos inter­lo­cu­to­res, rela­ção entre usos e pro­pó­si­tos comu­ni­ca­ti­vos, fun­ção soci­o­co­mu­ni­ca­tiva do gênero, aspec­tos da dimen­são espaço tem­po­ral em que se pro­duz o texto.

Estudo dos aspec­tos lin­guís­ti­cos da lín­gua por­tu­guesa: usos da lín­gua: norma culta e vari­a­ção lingüís­tica — uso dos recur­sos lin­guís­ti­cos em rela­ção ao con­texto em que o texto é cons­ti­tuído: ele­men­tos de refe­rên­cia pes­soal, tem­po­ral, espa­cial, regis­tro lin­guís­tico, grau de for­ma­li­dade, sele­ção lexi­cal, tem­pos e modos ver­bais; uso dos recur­sos lin­guís­ti­cos em pro­cesso de coe­são tex­tual: ele­men­tos de arti­cu­la­ção das sequên­cias dos tex­tos ou à cons­tru­ção da micro estru­tura do texto.

Estudo dos gêne­ros digi­tais: tec­no­lo­gia da comu­ni­ca­ção e infor­ma­ção:
impacto e fun­ção social — o texto lite­rá­rio típico da cul­tura de massa: o suporte tex­tual em gêne­ros digi­tais; a carac­te­ri­za­ção dos inter­lo­cu­to­res na comu­ni­ca­ção tec­no­ló­gica; os recur­sos lin­guís­ti­cos e os gêne­ros digi­tais; a fun­ção social das novas tecnologias.

Fonte: www.inep.gov.br


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Competências e habilidades do ENEM

Diante das novas deman­das da edu­ca­ção, é impor­tante cada vez mais que tanto pro­fes­so­res como alu­nos come­cem a se fami­li­a­ri­zar com os con­cei­tos que nor­teiam o ENEM. Em última ins­tân­cia, será a par­tir des­ses conhe­ci­men­tos que os alu­nos pode­rão reo­ri­en­tar seus estu­dos e os pro­fes­so­res pode­rão repen­sar seus cur­rí­cu­los. Nesse sen­tido, faz neces­sá­rio conhe­cer os con­cei­tos de Com­pe­tên­cias e Habi­li­da­des, empre­ga­dos pelo INEP para fazer a matriz de refe­rên­cia do ENEM.

Para con­sulta dos inte­res­sa­dos, eis a matriz de refe­rên­cia para o ENEM. Aqui encon­tra­rão as com­pe­tên­cias e habi­li­da­des cobradas.

Segue o link:

Matriz de Refe­rên­cia do ENEM


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Provas antigas do ENEM

Aqui você encon­tra todas as pro­vas e gaba­ri­tos do ENEM. Se algum link esti­ver cor­rom­pido, por favor avisem-me.

Prova I 2009 (vazada) — Gaba­rito

Prova II 2009 (vazada) - Gaba­rito

Prova 2008 - Gaba­rito

Prova 2007Gaba­rito

Prova 2006Gaba­rito

Prova 2005Gaba­rito

Prova 2004 - Gaba­rito

Prova 2003Gaba­rito

Prova 2002Gaba­rito

Prova 2001Gaba­rito

Prova 2000Gaba­rito

Prova 1999Gaba­rito

Prova 1998 - Gaba­rito


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Contexto socio-histórico del Romanticismo

Los fusi­la­mi­en­tos del 3 de Mayo (1814). Fran­cisco Goya

El siglo XIX es pro­ba­ble­mente el más caó­tico de la his­to­ria española debido a los fre­cu­en­tes cam­bios de gobi­er­nos, las cons­tan­tes guer­ras, la inci­pi­ente revo­lu­ción bur­guesa y la eman­ci­pa­ción de las colo­nias ame­ri­ca­nas. Podría decirse que el siglo empi­eza y ter­mina con desas­tres mili­ta­res. En 1805 la Armada española es der­ro­tada por los navíos ingle­ses en la batalla de Tra­fal­gar, hiri­endo así la capa­ci­dad defen­siva del país. En 1898 se con­firma el fin del colo­ni­a­lismo español con la pér­dida de las colo­nias de ultra­mar (Puerto Rico, Cuba y las islas del Pacífico).

Entre estas der­ro­tas, los españo­les ten­drán que librar muchas otras batal­las. La pri­mera de ellas fue la Guerra de Inde­pen­den­cia frente a Fran­cia. En mayo de 1808, el ejér­cito fran­cés al mando de Napo­león Bona­parte inva­dió España, obligó al rey a abdi­car y pro­clamó como nuevo rey a José Bona­parte, her­mano de Napo­león. A raíz de esta inva­sión, se orga­ni­za­ron de manera espon­tá­nea las Jun­tas Pro­vin­ci­a­les, que era aso­ci­a­ci­o­nes popu­la­res dis­pu­es­tas a luchar para expul­sar a los fran­ce­ses y recu­pe­rar el con­trol del país. Estas jun­tas se reu­ni­e­ron en Cádiz en 1812 y pro­cla­ma­ron una cons­ti­tu­ción rela­ti­va­mente libe­ral. Con su apoyo, el ejér­cito fran­cés fue der­ro­tado y el rey Fer­nando VII recu­peró el poder en 1814. Sin embargo, la vuelta al poder del monarca sig­ni­ficó el retorno del Anti­guo Régi­men y la abo­li­ción de la Cons­ti­tu­ción de 1812, que no estuvo vigente durante la mayo­ría de su rei­nado. Fer­nando VII tan solo observó la Cons­ti­tu­ción de 1812 durante el lla­mado Tri­e­nio Libe­ral (1820–1823). Como con­se­cu­en­cia de estos cam­bios de signo polí­tico, muchos de los pen­sa­do­res y escri­to­res más libe­ra­les se vie­ron abo­ca­dos al exi­lio con la lle­gada al trono de ?Fer­nando VII. Algu­nos regre­sa­ron al país durante este Tri­e­nio Libe­ral, pero su retorno defi­ni­tivo lle­ga­ría tras la muerte del rey en 1833.

Este tira y afloja entre libe­ra­les y con­ser­va­do­res con­ti­núa des­pués de la muerte de Fer­nando VII. Poco antes de su muerte, el rey derogó la Ley Sálica, que impe­día rei­nar a las muje­res, con la inten­ción de que su hija Isa­bel here­dara el trono español. No obs­tante, la joven­cí­sima reina no tenía el apoyo de los gru­pos tra­di­ci­o­na­lis­tas y con­ser­va­do­res, que pre­fe­rían la can­di­da­tura de su tío Car­los, her­mano de Fer­nando VII. De este con­flicto naci­e­ron las Guer­ras Car­lis­tas (1833–1839, 1847–1849, 1872–1876), que enfren­ta­ron a los libe­ra­les par­ti­da­rios de las refor­mas, la cen­tra­li­za­ción del poder y el lai­cismo con los abso­lu­tis­tas con­ser­va­do­res, defen­so­res de la tra­di­ción, el fora­lismo y el cato­li­cismo. Como ya había hecho su padre, a pesar de haber lle­gado al poder con el apoyo de los libe­ra­les, Isa­bel II rechazó los prin­ci­pios cons­ti­tu­ci­o­na­les des­pués de unos años en el trono y gobernó según sus pre­fe­ren­cias per­so­na­les hasta 1868, cuando la des­tronó la lla­mada Revo­lu­ción Gloriosa.

El clima de cam­bio no es ajeno a la eco­no­mía y a la estruc­tura social del país. España empi­eza un lento pro­ceso de moder­ni­za­ción en el que poco a poco va ganando pro­ta­go­nismo la bur­gue­sía. En com­pa­ra­ción con otros paí­ses euro­peos, estos cam­bios son más len­tos en España debido, por una parte, a las difi­cul­ta­des que las con­ti­nuas guer­ras impo­nen al desar­rollo indus­trial y, por otra parte, a la falta de capi­tal para lle­var a cabo esas moder­ni­za­ci­o­nes. La nobleza y la alta bur­gue­sía española toda­vía están más inte­re­sa­das en la pro­pi­e­dad de la tierra que en la indus­tria, mien­tras que el cam­pe­si­nato y la baja bur­gue­sía care­cen de capi­tal o del cré­dito nece­sa­rio para empren­der este tipo de proyec­tos. De otra parte, es inne­ga­ble el efecto que la pro­gre­siva inde­pen­den­cia de las colo­nias pro­voca en la eco­no­mía peninsular.

Fuente: PINO, Ana María G.; HERMIDA, Mar F. Curso de lite­ra­tura . Madrid: Edelsa, 2007.


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José de Espronceda — La canción del pirata

Can­ción del pirata
José de Espronceda

Con diez caño­nes por banda,
viento en popa, a toda vela,
no corta el mar, sino vuela
un velero ber­gan­tín.
Bajel pirata que lla­man,
por su bra­vura, El Temido,
en todo mar cono­cido
del uno al otro confín.

La luna en el mar riela
en la lona gime el viento,
y alza en blando movi­mi­ento
olas de plata y azul;
y va el capi­tán pirata,
can­tando ale­gre en la popa,
Asia a un lado, al otro Europa,
y allá a su frente Istambul:

Navega, velero mío
sin temor,
que ni ene­migo navío
ni tor­menta, ni bonanza
tu rumbo a tor­cer alcanza,
ni a suje­tar tu valor.

Veinte pre­sas
hemos hecho
a des­pe­cho
del inglés
y han ren­dido
sus pen­do­nes
cien naci­o­nes
a mis pies.

Que es mi barco mi tesoro,
que es mi dios la liber­tad,
mi ley, la fuerza y el viento,
mi única patria, la mar.

Allá; mue­van feroz guerra
cie­gos reyes
por un palmo más de tierra;
que yo aquí; tengo por mío
cuanto abarca el mar bra­vío,
a quien nadie impuso leyes.

Y no hay playa,
sea cual­qui­era,
ni ban­dera
de esplen­dor,
que no sienta
mi dere­cho
y dé pechos mi valor.

Que es mi barco mi tesoro,
que es mi dios la liber­tad,
mi ley, la fuerza y el viento,
mi única patria, la mar.

A la voz de “¡barco viene!“
es de ver
cómo vira y se pre­vi­ene
a todo trapo a esca­par;
que yo soy el rey del mar,
y mi furia es de temer.

En las pre­sas
yo divido
lo cogido
por igual;
sólo qui­ero
por riqueza
la bel­leza
sin rival.

Que es mi barco mi tesoro,
que es mi dios la liber­tad,
mi ley, la fuerza y el viento,
mi única patria, la mar.

¡Sen­ten­ci­ado estoy a muerte!
Yo me río
no me aban­done la suerte,
y al mismo que me con­dena,
col­garé de alguna antena,
quizá; en su pro­pio navío
Y si caigo,
¿qué es la vida?
Por per­dida
ya la di,
cuando el yugo
del esclavo,
como un bravo,
sacudí.

Que es mi barco mi tesoro,
que es mi dios la liber­tad,
mi ley, la fuerza y el viento,
mi única patria, la mar.

Son mi música mejor
aqui­lo­nes,
el estré­pito y tem­blor
de los cables sacu­di­dos,
del negro mar los bra­mi­dos
y el rugir de mis cañones.

Y del tru­eno
al son vio­lento,
y del viento
al rebra­mar,
yo me duermo
sose­gado,
arrul­lado
por el mar.

Que es mi barco mi tesoro,
que es mi dios la liber­tad,
mi ley, la fuerza y el viento,
mi única patria, la mar.“


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Presente del indicativo y subjuntivo

Slides sobre presente de indicativo y subjuntivo.
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Espanhol no ENEM

O que cai na prova de Espanhol do ENEM 2010?
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Por que espanhol no Vestibular?

A resposta para esta e outras perguntas está aqui.
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Objetos de estudo de Linguagens, códigos e outras tecnologias no ENEM

Que conteúdos serão abordados nas provas de Linguagens, códigos e suas tecnologias.
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Competências e habilidades do ENEM

Matriz de referência do ENEM.
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Provas antigas do ENEM

Links para provas antigas do ENEM.
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Contexto socio-histórico del Romanticismo

Resumo sobre o contexto sócio-histórico do Romantismo espanhol.
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José de Espronceda — La canción del pirata

Resumo sobre José de Espronceda e reprodução do poema Canción del Pirata.
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