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[desvirtual provisório]

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Esse é meu segundo livro de poe­mas, lan­çado em 2008 pela Canal6 Edi­tora  (Bauru/SP). A edi­tora só deu o selo, por­que tudo foi ban­cado por mim:  a dia­gra­ma­ção do livro foi feita usando o bom e velho Word para o miolo e o Corel Draw para a capa. A ima­gem da capa é um frag­mento de uma tela de minha auto­ria, bem como as fotos e ilus­tra­ções do interior.

Ao con­trá­rio do que parece, os poe­mas deste livro falam não só sobre a M@quina — assim, com arroba, para repre­sen­tar a máquina pós-moderna da ima­gem — mas sobre o Homem, sobre o que é ser humano no começo do século XXI, de como per­de­mos o que há de humano em nós e de como o que há de humano em nós tam­bém é cor­rupto — não posso igno­rar Bau­de­laire, para quem

l’homme , c’est-à-dire cha­cun, est si natu­rel­le­ment dépravé”.

Para isso eu per­corro “pai­sa­gens” ora apo­ca­líp­ti­cas, ora reden­to­ras, ora melan­có­li­cas  — Pes­soa diz que “todo estado da alma é uma pai­sa­gem — que vão des­cre­vendo a M@quina enquanto reve­lam a pró­pria face con­tra­di­tó­ria do homem dito “pós-moderno”.

Leia o [des­vir­tual provisório]:

Se qui­ser ler o que a crí­tica vem falando do livro, cli­que aqui.

Para ler a maté­ria publi­cada no Jor­nal do Com­mer­cio,  cli­que aqui.

Para assis­tir à entre­vista feita comigo no Bom Dia Per­nam­buco (Rede Globo), cli­que aqui.

Para ouvir a entre­vista dada ao pro­grama Café Colombo (Rádio Uni­ver­si­tá­ria), cli­que aqui.

Para ouvir o poema [CASA] na voz de Mari­ane Bigio, cli­que aqui.

Esco­lha como adqui­rir este livro: