[desvirtual provisório]
Esse é meu segundo livro de poemas, lançado em 2008 pela Canal6 Editora (Bauru/SP). A editora só deu o selo, porque tudo foi bancado por mim: a diagramação do livro foi feita usando o bom e velho Word para o miolo e o Corel Draw para a capa. A imagem da capa é um fragmento de uma tela de minha autoria, bem como as fotos e ilustrações do interior.![[desvirtual provisório]](http://wellingtondemelo.com.br/site/wp-content/uploads/2008/10/capa-210x300.jpg)
Ao contrário do que parece, os poemas deste livro falam não só sobre a M@quina — assim, com arroba, para representar a máquina pós-moderna da imagem — mas sobre o Homem, sobre o que é ser humano no começo do século XXI, de como perdemos o que há de humano em nós e de como o que há de humano em nós também é corrupto — não posso ignorar Baudelaire, para quem
“l’homme , c’est-à-dire chacun, est si naturellement dépravé”.
Para isso eu percorro “paisagens” ora apocalípticas, ora redentoras, ora melancólicas — Pessoa diz que “todo estado da alma é uma paisagem — que vão descrevendo a M@quina enquanto revelam a própria face contraditória do homem dito “pós-moderno”.
Leia o [desvirtual provisório]:
Para ler a matéria publicada no Jornal do Commercio, clique aqui.
Para assistir à entrevista feita comigo no Bom Dia Pernambuco (Rede Globo), clique aqui.
Para ouvir a entrevista dada ao programa Café Colombo (Rádio Universitária), clique aqui.
Para ouvir o poema [CASA] na voz de Mariane Bigio, clique aqui.



